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As promotoras de Justiça de Enfrentamento à Violência Doméstica Estefânia Ferrazzini Paulin, Flávia Cristina Merlini e Katia Peixoto Villani Pinheiros Rodrigues foram designadas pelo MPSP  para acompanhar o inquérito policial em que é investigada suposta agressão sexual cometida pelo jogador Neymar contra a modelo Najila Trindade, em Paris. A portaria 7807/19 com as designações foi publicada no “Diário Oficial” do último sábado (08).

As promotoras vão acompanhar os desdobramentos da investigação policial no âmbito do Boletim de Ocorrência 2564/19, que tramita na 6ª Delegacia de Defesa da Mulher, em Santo Amaro.

Neymar é investigado por suposta agressão e pela divulgação de fotos e diálogos em redes sociais com a modelo Najila Trindade Mendes de Souza, com quem manteve relações sexuais em Paris. A divulgação por parte do jogador do PSG aconteceu após a modelo afirmar que, no dia 15 de maio, foi estuprada por ele, na capital francesa.

Najila registrou o boletim de ocorrência em São Paulo, onde o caso está sendo investigado em sigilo. Em entrevista ao SBT, ela confirmou o estupro, afirmou que foi a Paris a convite do jogador, que pagou as passagens e a estada, mas que no primeiro encontro ele se mostrou agressivo.

O atleta nega. Neymar divulgou um vídeo em sua conta no Instagram no qual aparecem conversas e fotos da mulher, o que levou a Polícia Civil do Rio de Janeiro a abrir uma nova investigação pela divulgação das imagens. O vídeo já foi apagado pelo jogador. Entretanto, em sua conta do Twitter, o jogador afirma estar sendo obrigado a expor sua vida e de sua família “por motivo de extorsão”.

A investigação ocorre no Rio porque, quando divulgou informações sobre o caso nas redes sociais, Neymar estava concentrado na Granja Comary, em Teresópolis, com a seleção brasileira.

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