Obra paralisada em Bocaina consta em documento de transição do governo Dória. Creche escola deveria ter sido entregue em 2015

Fera

Um diagnóstico do atual governo aponta um total de 175 obras paralisadas em todo Estado. A Lista consta em documento oficial cedido pela gestão anterior à equipe de transição do governador João Doria.

De acordo com o documento, o Estado de São Paulo possui um total de 175 obras públicas paralisadas. Juntas elas somam um passivo de R$ 10 bilhões em construções que não estão sendo investidos em cidades de todas as regiões de São Paulo. Nas regiões de Bauru e Marília, há necessidade de retomada de obras em 15 municípios.

A relação de obras paralisadas, com os respectivos valores, consta em documento oficial encaminhado pela gestão anterior à equipe de transição do atual governo. A pedido do governador João Doria, a retomada das obras será estudada e colocada na pauta de prioridade das pastas.

Construída em parceria com a Secretaria estadual da Educação, deveria ter sido entregue no primeiro semestre de 2015.  A  escola creche terá 651 m² de área construída e estava orçada em pouco mais de R$ 1,3 milhão.

Em reposta ao Jornal da Cidade de Bauru, nesta sexta-feira (11), a assessoria de imprensa do prefeito Pipoca informou que a construção da creche-escola no Jardim Santa Terezinha parou em 2015.

Segundo a assessoria, o prefeito Marco Antônio Giro (PPS), o Pipoca, conseguiu renovar o convênio em 2017, incluir um aditivo, uma nova licitação foi realizada e os trabalhos recomeçaram.

Com 65% da obra concluída, e restando apenas serviços no piso, pintura e paisagismo, a previsão da prefeitura é de que a obra seja entregue até maio deste ano.

Além de Bocaina, Lins, Dois Córregos, Agudos, Igaraçu do Tietê e Avaí, todas na região de Bauru estão com obras paralisadas. Em Dois Córregos uma obra para construção de uma creche escola também está paralisada.

Em Igaraçu do Tietê duas obras também aparecem na lista, entre elas, uma avenida.

Gestão Marcio França criou convênios inexistentes, diz secretário de desenvolvimento Marcos Vinholli

De acordo com a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Regional cerca de 60 convênios firmados com municípios paulistas entre os dias 18 e 28 de dezembro foram suspensos pela atual administração João Doria para revisão e análise técnica.

Ainda segundo a secretaria, os repasses prometidos pela gestão anterior somam R$ 158 milhões, mas não têm detalhados quais serão suas fontes de receita e não cumpriram os requisitos técnicos comuns para a assinatura de convênios com esses objetos.

Dessa relação de convênios, a Prefeitura de São Vicente é a que receberia o maior montante, ultrapassando R$ 47,7 milhões, valor equivalente a pouco mais de 30% do total.

A Secretaria informou que o atual governo irá trabalhar em conjunto com as prefeituras, analisar os pleitos municipais e a partir de critérios técnicos realizar a liberação de recursos de acordo com a disponibilidade orçamentária do estado.

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