Apenas 29% dos eleitores consideram muito importante que o candidato seja da mesma religião que eles.

 Apesar da importância da fé, apenas 29% das pessoas disseram que é muito importante que o candidato seja da mesma religião que elas.

Quanto à classe social, 52% dos entrevistados concordam que preferem candidatos de família pobre. Essa resposta é mais frequente em eleitores com renda familiar menor.

 O partido político, por outro lado, é menos relevante para os eleitores. 72% das pessoas concordam totalmente ou em parte que votam nos candidatos que mais gostam, independentemente da legenda em que eles estejam.
 Questionados sobre que partido tem mais simpatia, 48% disseram não ter preferência e 5% não souberam ou não quiseram responder. Dos que responderam, o PT tem a preferência de 19%, seguido pelo MDB (7%), PSDB(6%) e PSol (2%).
Foto: Reprodução Internet
As características pessoais são apontadas como mais importantes do que os programas de governo. De acordo com a sondagem, 66% dos brasileiros preferem votar em um candidato honesto que defenda políticas com as quais ele não concorda.

Ser honesto e não mentir na campanha são as características que os brasileiros mais buscam em presidenciáveis. Elas foram citadas por 87% dos entrevistados. Em seguida, aparecem nunca ter se envolvido em casos de ​​​​​corrupção (84%) e transmitir confiança (82%).

Para 44%, o foco do próximo presidente deve ser mudanças sociais, com melhoria da saúdeeducaçãosegurança e desigualdade social. Em seguida, aparece moralização administrativa, com combate à corrupção e punição de corruptos, com 32%.

Já a estabilização da economia, com queda do custo de vida e do desemprego, foi citada por 21% dos entrevistados. Outras opções foram respondidas por 1%, e 2% não souberam ou não responderam. Para 92%, por sua vez, o controle de gastos públicos é um tema importante de campanha.

A maioria dos brasileiros não acredita no que os candidatos prometem. Questionados, 75% discordaram totalmente ou em parte da frase “eu acredito nas promessas de campanha dos candidatos”.

Quanto à expectativa para o pleito deste ano, 44% dos brasileiros estão pessimistas e 20% estão otimistas. Outros 23% se disseram neutros e 13% não sabem ou não responderam.

Os motivos de pessimismo são corrupção (30%), falta de confiança nos governantes (19%) e falta de opção entre os pré-candidatos (16%). Já os otimistas destacaram a expectativa de mudança e renovação (32%), esperança no voto e participação popular (19%) e sentimento de melhorias em geral (11%).

A sondagem foi feita entre 7 e 10 de dezembro de 2017 com duas mil pessoas em 127 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Fonte: HuffPost Brasil

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